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ARSENIUM, O SIMBOLISMO MAÇÔNICO

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Em Arsenium, o Simbolismo Maçônico: Kabbala, Gnose e Filosofia, o Ir∴ Helvécio de Resende Urbano Júnior (Ali A’l Khan SI) nos brinda com conceitos, dentro de uma hermenêutica kabbalística e gnóstica, sobre os dogmas e instruções, com os cuidados inerentes ao bom e sagaz Mestre nas Artes. Revela-nos, sem profanar, os ensinamentos que pode e deve ser direito de todos (“The law is for all” AL I § 34, Aleister Crowley). Neste sentido, com perspicácia e sabedoria, ele navega no conhecimento e chega aos comentários historiais das controvérsias e perseguições à Maçonaria pela Igreja Católica e suas políticas suspeitas e questionáveis. O autor provoca o leitor, seja iniciado ou profano, a examinar as instruções, verificando e desvendando o simbolismo e o misticismo, levando-o a entendimentos para um confronto da árvore da vida com a árvore do conhecimento. Como um ato de relembranças, de recordação, uma vez que esta já está implantado na essência do ser humano, aguardando tão somente um momento para realizar sua ressurgência. Desta forma, o homem apenas se reapropria daquilo que sempre lhe pertenceu e que estava adormecido. Demonstra nas entrelinhas que a Maçonaria, sendo uma instituição autêntica, traz em sua estrutura epistemológica a sua própria marca. Síntese do pitagorismo, do hermetismo, do cristianismo-judaico, das “certezas” científicas provisórias, que estão sempre em metamorfose, desde as tradições mais antigas do Ocidente. Neste longo “fio de Ariadne”, fio condutor desfiado ao longo dos séculos, a Maçonaria deve sua ininterrupta existência à sua metodologia, reminiscente dos pedreiros operativos, com os edificadores, o esquadro, o compasso, a régua e o nível, que foram e serão sempre suas “ferramentas”, tal como os números e as formas (3,5,7; triângulo, estrela de cinco pontas). Metáforas e parábolas ultrapassaram o tempo e o espaço, desde os construtores das catedrais até os maçons especulativos e aceitos; é daí em diante que a pedra bruta transformada pela inteligência humana se converte em pedra polida, onde o espírito transcende a matéria, para realização da Grande Obra.

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Em Arsenium, o Simbolismo Maçônico: Kabbala, Gnose e Filosofia, o Ir∴ Helvécio de Resende Urbano Júnior (Ali A’l Khan SI) nos brinda com conceitos, dentro de uma hermenêutica kabbalística e gnóstica, sobre os dogmas e instruções, com os cuidados inerentes ao bom e sagaz Mestre nas Artes. Revela-nos, sem profanar, os ensinamentos que pode e deve ser direito de todos (“The law is for all” AL I § 34, Aleister Crowley). Neste sentido, com perspicácia e sabedoria, ele navega no conhecimento e chega aos comentários historiais das controvérsias e perseguições à Maçonaria pela Igreja Católica e suas políticas suspeitas e questionáveis. O autor provoca o leitor, seja iniciado ou profano, a examinar as instruções, verificando e desvendando o simbolismo e o misticismo, levando-o a entendimentos para um confronto da árvore da vida com a árvore do conhecimento. Como um ato de relembranças, de recordação, uma vez que esta já está implantado na essência do ser humano, aguardando tão somente um momento para realizar sua ressurgência. Desta forma, o homem apenas se reapropria daquilo que sempre lhe pertenceu e que estava adormecido. Demonstra nas entrelinhas que a Maçonaria, sendo uma instituição autêntica, traz em sua estrutura epistemológica a sua própria marca. Síntese do pitagorismo, do hermetismo, do cristianismo-judaico, das “certezas” científicas provisórias, que estão sempre em metamorfose, desde as tradições mais antigas do Ocidente. Neste longo “fio de Ariadne”, fio condutor desfiado ao longo dos séculos, a Maçonaria deve sua ininterrupta existência à sua metodologia, reminiscente dos pedreiros operativos, com os edificadores, o esquadro, o compasso, a régua e o nível, que foram e serão sempre suas “ferramentas”, tal como os números e as formas (3,5,7; triângulo, estrela de cinco pontas). Metáforas e parábolas ultrapassaram o tempo e o espaço, desde os construtores das catedrais até os maçons especulativos e aceitos; é daí em diante que a pedra bruta transformada pela inteligência humana se converte em pedra polida, onde o espírito transcende a matéria, para realização da Grande Obra.

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